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Tuesday, 5 March 2013

mi adorable demonio

Bom, para começar, sinto-me um pouco como 'um peixe fora d'água' aqui na América do Norte, onde a (má) influência de um filtro estadunidense sobre a mídia em geral faz ecoar uma fama diabólica de Hugo Chávez.

Muitos comemoram por aqui. Estavam só aguardando o pior... Para outros tantos americanos/latinos (muitos mais, de fato), porém, esse foi um triste episódio para a luta - que continua, companheiros.

Estou triste com sua morte SIM. Afinal, ele foi para Venezuela fundamental na tomada do poder pela massa. Um pouco como o que Lula fez no Brasil. Chávez, embora militar, foi um dos nossos.

Sendo assim, quanto a essa imagem demoníaca que ele possui, faço a pergunta: ele é ruim para quem mesmo? Porque, na moral, de bicho-papão só tem medo criancinha ingênua e desinformada (algo, inclusive, cada vez mais raro num momento tão informatizado).

Claro que ele não foi um presidente perfeito. Aliás, existe algum? Difícil agradar a todos... Tudo dependende quando visto pelos intere$$es. Na realidade, os reais monstros da sociedade capitalista são bem outros...


Ficam agora justamente as dúvidas quanto à sua sucessão, ao futuro da oposição ao império ainda liderado pelos yankees.

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Deixo aqui a minha homenagem ao homem que mudou o mundo, melhorando-o, como pode...

um governante solitário


socialista


entrou para a História


cagando para os Estados Unidos



Tuesday, 4 December 2012

cinq étoiles

La prison fictive de Unité 9 semble un hôtel de luxe! Et je ne mets pas en compairison avec Carandiru ou même pas avec la prison de Sağmalcılar, en Turquie (de l'«Express de minuit»)...

Équipée d'appareils électroménagers en acier inoxydable, de dernier cri, leur cuisine est meilleure que chez nous, par exemple! Ses vastes cellules, propres et individuelles, ont plutôt l'air de chambres de condos du Plateau! Ou je me suis trempé d'émission, et ce que je vois n'est que la vie riche des protagonistes de Tu m'aimes, tu?

J'ai aucune doute que cela n'est pas la réalité de plusieurs contribuables qui payent pour ce privilège (service de VIP) à ceux qui ont commis un crime (ou plus) à la société. Donc, je pose la question: 


Si vraisemblable, à quel point c'est juste?

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vraisemblance

Trop rigide, la nouvelle “IPL'' de la série TV pénitentiaire, Nancy Prévost, jouée par Debbie Lynch-White, ressemble énormément (pas de jeux de mots!) à inoubliable matricule 728 du SPVM (Service de police de la ville de Montréal),
Stéphanie Trudeau.

Comme dans la vrai vie, un personnage remarquable! Toutefois, pas pour son charisme, évidemment. Tous ceux qui ont vécu le «Printemps Érable» se souviendront!


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Malgré tout, je suis vraiment contente qu'on va revoir Marie Lamontagne et sa gang bientôt! Cette intrigue à couper le souffle poursuit l'année prochaine. ⋆⋆⋆⋆⋆

Tuesday, 28 August 2012

une question de choix

Le moment arrive. 

Il y aura des élections au Québec en moins d'une semaine. Mardi le 4 septembre, La Belle Province choisira ses dirigeants, parmi eux son premier ministre.

Il fait chaud là là: plusieurs débats, promisses et contradictions prennent la place dans les journaux et à la télé.

Si je voterais, j'aurai choisir le changement, bien sûr. Sans aucun doute (principalement après toute la mauvaise administration du conflit étudiant!).

De la même manière qui arrive au Brésil, la jeunesse habituellement s’oppose aux libéraux.

Il y a, néanmoins, une énorme différence entre nous: (étonnez!) l'informatisation du processus électoral.

Depuis 2000, ce pays, encore en développement, a réussi à faire 100% de ses électeurs voter électroniquement. Il a été le premier du monde.

Ça me rend fière! (malgré certains de ses résultats...)

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Tuesday, 21 August 2012

modern therapy

Before, we used to use psychology, later the exchange of personal letters... Now, I use my blog as an outlet.

It has been essential, since it helps me to operate. Things go well while a mula ruge...

Everybody has their own means. Mine is express myself posting some ideas.

Friday, 1 July 2011

perfect!


How could they haven’t had invent it before? An aluminium bottle beer - simply terrific!

It doesn’t break as a glass common one, it’s better to catch and keep it cold, besides being 100% recyclable. A green dutch idea: I’m loving it!

Glass - a glacial past after that!

Saturday, 2 April 2011

flying far away


I am walking on clouds - literally.

I’m very satisfied with my new acquisition: another pair of Mizuno’s (Running) tennis-shoes. I saying ‘another’ because, after my first one (about seven year ago - until now, like new!), I will always buy it when necessary.

Me… who has already run after some guys (in a wrong way, of course!) and has skkiped from robbers, flee from danger, running risks all the time. I need this effective tool to go ahead. Furthermore, I’m trying to make good my loss... the weight put.  

Its damping system is "simply" wonderful! Due to this technology, it goes far - So do I (with it!). Far better: without feeling any impact. Using Mizuno, seems we can fly! (no, I’m not been payed for publishing it… I’m just a contented consumer). Since it is good, it’s going to be declared here.

The best advertising is by word of mouth! - Inclusively, the mule roars about it (in portuguese: a mula ruge…!).


Wherever can a mere shoes carry us?

While I’m running, my thought is not only around Vondel Park, but through all those streets with that typical tortuous constructions like dollhouses. So, I breath slowly, glad with the icy breeze entering into my nose.

Then, I open my eyes and realize that (unfortunately) I’m not there. Immediately, I look straight ahead at the others with some fear, taking care not to be robbed. Thus, I miss not being there.

As a consequence of this hard reality which we have been living in big cities of Brazil, sometimes we simply forget how unfair is having to avoid using something more expensive owing to the violence. That is cruel!         

Tuesday, 30 November 2010

mundo "leak"feito


Salve-se quem puder!

A era da tecnologia está virando a maré do mundo atual. É a revolução do agora. Hackers tornam de conhecimento público o que antes só era sabido com, no mínimo, anos de delay. Agora, com a internet, é realtime, live. And also dangerous, though. Não acho, entretanto, que essa bisbilhotagem seja de todo correta, mas é o mal dos tempos - inegavelmente.

O australiano Julian Assange, responsável pelo site Wikileaks, que compartilhou informações confidenciais diplomáticas dos Estados Unidos, é o novo terrorista do momento, temido por autoridades no mundo inteiro. O motivo? Tocar o horror com a possibilidade de invadir sistemas, e, num simples click, nesse caso, conseguir deixar o grande yankee em maus lençóis com líderes da China, Coréia do Norte, França, Brasil, Rússia, Cuba, Argentina, entre outros. "Só isso".

Nessa onda, o mar não está pra peixe na terra do Tio Sam. Poucos escaparam das citações feitas nesses mais de 250 mil documentos cujo conteúdo foi publicado. Nenhuma declaração bombástica, inesperada, foi revelada, no entanto, mas ter a privacidade de emails pessoais escancarada para todos verem é algo, no mínimo, desconfortável, contrangedor - e para qualquer um, não precisa nem estar envolvido com política para tanto.

As consequências dessa quebra de sigilo, ninguém sabe ainda, mas o clima deve ficar entre chuvas e trovoadas por algum tempo, até a poeira baixar. Só o tempo e a tal diplomacia serão capazes de amenizar os efeitos desse tsunami que escancarou dados secretos do governo dos EUA nas capas dos jornais do planeta neste início de semana. E agora, gatos escaldados,os autores responsáveis pelos comentários maldosos divulgados, passarão agora a pensar duas vezes antes de se comunicarem de forma extra oficial online.

Esse, definitivamente, não foi um simples vazamento, mas uma INUNDAÇÃO - como jamais vista na História! Essa é mais uma prova da vulnerabilidade norte-americana hoje em dia - aliás, não só deles... Muita gente pode morrer na praia  ainda! Gostei da frase de Chavez, comentando o incidente: “O vazamento deixou nu um Império”. Verdade. O caldo foi bonito! Num único dia, a máscara (e todo o resto) foi por água abaixo.

Será que o Império sobrevive à essa imersão vergonhosa? Até quando? - "Olha a China aí, gente...", nadando contra a maré, sobressaindo-se entre os afogados.

Saturday, 31 July 2010

top top uhhhhhhhh


Dia do orgasmo hoje. Comemore!
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sexo verde

Aproveito a ocasião (inspiradora) para abordar a nova tendência do mercado de produtos adultos. Como ser “verde” está super na moda atualmente em função da preocupação mundial  com os problemas de meio ambiente tão em voga, com os brinquedinhos sexuais não seria diferente.

Fui in loco na Cidade do Sexo, Amsterdam, no Red Light District, conferir o que mais se usa agora na Europa: vibradores carregáveis – na tomada, como celular. Marcas como Lelo ganham destaque nas vitrinas. Eles dispensam o uso de pilhas, que tanto poluem quando colocadas fora sem o devido cuidado. Novidade testada e aprovada, com louvor. Fica a dica.

Mas as iniciativas ecossexuais (e criativas) vão além. Tem até vibrador que funciona à base de manivela, o irlandês The Earth Angel. Um “retrocesso” positivo pela proposta anti-podução de lixo tóxico. Fora o uso da camisinha (indispensável), essa é outra atitude do bem que pode ser introduzida – literalmente. Acho bem coerente essa vertente. Perfeita, pois une o útil ao agradável.

As engenhocas hightech pró-prazer ainda não são acessíveis a bolsos pelados – por aqui, não saem a menos de R$ 300 as mais simples. Mas, pensando num investimento a longo prazo,  na relação custo-benefício, paga-se rapidamente se utilizadas  com regularidade. Interessou? A Oversexy, sexshop parceira (opa! [risos]), vende o Lelo, e no site da Earth Erotics são encontrados somente apetrechos ecologicamente corretos.

Não fique chupando bala! Seja consciente revirando os olhinhos.

Saturday, 24 April 2010

astronet

Antigamente, quando alguém tinha uma dúvida, consultava os astros. Hoje, se queremos saber alguma coisa, usamos o Google. Quanta diferença!

Como eu sou uma pessoa old school em plena atualidade, para o dia-a-dia e as banalidades do cotidiano, uso a internet; mas para assuntos mega importantes, recorro à astrologia. Assim, tenho todas as respostas que busco (ou a maioria, pelo menos).

Seja como for, está escrito.

Friday, 19 February 2010

aonde se pode ir


A primeira impressão é a que fica, até que se prove o contrário...

Tecnologia, frio e menos taxas.

Logo no avião já se percebe o que de melhor se pode oferecer quanto a conforto em pouco espaço, e muito tempo no mesmo lugar. Missão difícil, mas que a tecnologia se ocupa e soluciona tão bem. Praticidade pouca é bobagem. A necessidade faz o padrão – primeiro mundo é outra realidade.

Um fevereiro rigoroso, de temperaturas e eventos climáticos extremos. Aqui e agora, frio intenso, ar gélido, dias ensolarados de luz fotográfica perfeita e poucos graus é o que se vê, sente, vive. A esperança é que neve. E a previsão anima os turistas e familiares (ansiosos), que aguardam por registros da viagem.

Os bons preços satisfazem. Nosso governo deveria se inspirar na onda dos refrigerecos zero e dar um tempo dos impostos. Ampliando e aperfeiçoando a idéia do IPI reduzido, bem que poderia contemplar agora outros setores como vestuário, higiene e por que não educação, cultura e lazer também? Seria o sonho.

Estou realizando um, na melhor companhia possível. A energia é ótima, as intenções fluem, acertadas. Ganhar o mundo é o caminho a seguir, filosofia de vida. Conhecer lugares, histórias diversas, gente diferente, novas línguas... um velho continente de possibilidades onde idioma, dinheiro e fronteiras não limitam. Era hora. Não me acordem.

Sunday, 20 December 2009

monstra


Fim de ano e começamos a fazer uma avaliação de como foi 2009. E no departamento ‘saúde’, acredito que o que mais me incomodou esse ano, diferente dos outros – em que normalmente era a pele, foram os dentes.

Arranquei meus quatro sisos e, além disso, tive hipersensibilidade extrema, como nunca antes. Desde 2008 já estava sofrendo (MESMO) desse mal que me aflige principalmente nas sensações frias como tomar um sorvete, beber água gelada... essas coisas.

Péssimo até... tchan tchan tchan TCHAN! Achar para vender a nova escova da Sensodyne – e meus problemas acabaram. Adalgisa Coelho, minha excelente dentista, já havia me falado dessa novidade, mas até então não havia encontrado. Posso dizer que achei um tesouro!

Minha sensibilidade se deu ao fato de eu ser uma monstra, uma demolidora de escovas de dentes desde criança. Escovo (ou melhor, ESCOVAVA) MUITO forte os dentes, o que retraía a gengiva e fazia doer, pois a raiz ficava desprotegida, à mostra.

Mais de 20 anos agredindo a boca acarretou uma dor de dente hoje. Minha mãe sempre me alertou para o mal em fazer tão forte e acabar com as escovas antes do prazo normal de três meses para sua troca. A minha ficava toda “despentalhada” muito antes, sempre.

Vou fazer propaganda, porque está me fazendo um bem danado: a Sensodyne Esmalte Care tem o cabo flexível e por isso não reflete a força que coloco na base para a cabeça. PERFEITA para mim, que sou uma Mônica escovando os dentes.

Pensei na época em colocar uma plaquinha em frente ao espelho, para que TODA vez, antes de começar o processo, lembrasse de ter MUITA CALMA NESSA HORA e não exagerar na força – conselho de amiga/recomendação de minha dentista. Não preciso mais.

Hoje, ainda bem, já encontrei a minha solução na tecnologia dessa marca especial para quem tem esse probleminha. Não vou negar que sempre achei MUITA frescura esse lance de ‘dentes sensíveis’ que via nos comerciais, mas depois desse ano sei MUITO BEM o que é doer quando o gelado entra em contato com o dente... Ui!

Para que essa interjeição fique só na memória, no meu kit de higiene bucal ainda tem o creme (que eu sempre chamei de ‘pasta de dente’) e o anti-séptico sem álcool e com flúor especialmente desenvolvidos para pessoas com dentes e gengivas sensíveis. Estou bem equipada para esquecer dos dias ruins por que já passei.

Nunca vi monstra sensível, mas nesse caso, tudo bem... Pelo menos (e inacreditavelmente), o sorriso de uma está garantido! E como meus dentes sempre foram bonitos, mesmo sem ter usado aparelho, tá valendo mostrar mais o cartão de visita e acabar de vez com essa fama de má.

Monday, 19 October 2009

hohoho

Já é natal no Saara!
(ou seja, o ano praticamente já acabou...)

Passado o Dia das Crianças, agora o que resta é fazer os pedidos de final de ano, ver se o ‘bom velhinho’ vai ser generoso... Na verdade, o ideal é conseguir se organizar para realizar todos os projetos cabíveis ainda em 2009.

Nem vou entrar aqui no mérito do tempo, dizer que passou voando e tal, porque isso já sabemos. Já está manjada a pressa dos dias. Não entendo isso... antes demorava horrores, hoje, quando se vê, já foi!

No trabalho, estou gravando os últimos programas de dezembro. Vivo dois tempos simultâneos – na verdade, três... Já acostumei até com isso, de pensar em fases diferentes ao mesmo tempo. Faz parte, mas não é o ideal.

Será que é por isso que não sentimos o passar das horas? Porque estamos justamente pensando em outros momentos, sem viver o presente, o AQUI E AGORA...? Pode ser. Com a tecnologia atual e a enxurrada de informações que nos chegam, passamos a fazer isso com mais frequência.

Estamos sempre com a cabeça lá na frente, prevendo os fatos, antevendo os problemas, tentando planejar da melhor forma o futuro. Mas e o presente? Ah, vou caprichar no pedido ao Papai Noel este ano. Fui uma boa mocinha, me comportei direitinho! Mereço... E então já mudamos o rumo das coisas. O hoje não importa mais - já é, foi.

Piscou, é natal. Hohoho!
(sinceramente, não sei descrever como me sinto a respeito... e nessa dúvida de sentimentos, identifico-me com a personagem Enriqueta, do magnífico cartunista argentino Liniers, que ilustra o post de hoje).

Sunday, 4 October 2009

maré vermelha


Às vésperas de adentrarmos a segunda década do século XXI, recém completados 5770 anos no calendário judaico, quase chegando no ‘fim do mundo’ pelo calendário Maia... e ainda não demos um fim à menstruação! Já sei, vão me dizer que é natural e blá blá blá, mas ANTES as mulheres viviam engravidando, saiam de uma gestação para outra, pariam umas dez crianças ao longo da vida e assim não menstruavam. Hoje não é mais essa a realidade.

A mulher contemporânea de classe média tem um ou dois filhos no máximo, isso quando os tem. Mais que isso só (e para ilustrar, valho-me de uma infame, mas criativa propaganda) as que não tem Net em casa. Pensando agora, lembrei-me da “Net cat”, então transfiro a responsabilidade disso para o não uso da camisinha mesmo (claro). Dizem que para o homem da favela tem que ser ‘no pelo’, ou algo semelhante - e tão escroto quanto.

Fazendo os cálculos rapidamente, chegamos a esses números: uma mulher que teve 13 filhos, numa vida reprodutiva de 25 anos (em média, menstruando dos 15 aos 40), passou longos nove anos e nove meses grávida, SEM estar ‘naqueles dias’. Eu, que menstruei aos 11, já passei por mais de 180 ciclos até hoje. Claro que já enforquei alguns, tomando pílula direto, mas ultimamente ando sofrendo TODOS os contras dessa regularidade.

Não sou contra quem desgosta de menstruar e opta por ficar uns 90 dias sem sangrar. Afinal, não é bom, é trabalhoso para a mulher, incômodo, traz dores no corpo, nos seios, nas costas, isso sem citar as malditas cólicas que nos derrubam, deixando-nos de mau-humor, indispostas. Não vejo benefício nenhum nisso (só para as desesperadas que aguardam ansiosas a santa menstruação do mês, sem atraso). Não tem melhor sinal para avisar que não estamos grávidas?

Fora a física, tem a questão comportamental ainda. Antes da maldita, uma semana (para ser mais precisa), estamos de TPM, e quando termina é porque ‘ela’ chegou. Então ficamos mais alguns dias assim, sentindo-nos desconfortáveis, mal-cheirosas (por mais que mil banhos sejam tomados, lencinhos umidecidos sejam usados, e os absorventes tenham fragrância de Aloe e Vera, ou seja lá do que for), não adianta... É estado de espírito. Ou seja, são duas semanas, de quatro, em que não estamos ok. Merecemos isso?

Eu ainda sinto mais. Infelizmente, fico quase uma semana assim – querendo matar ou morrer. Estou só prorrogando o que é inevitável: o retorno aos comprimidos afim de exterminar esse, que para mim, é um mal. Homens podem até ensaiar um discurso pró-sangue, porque NÃO são eles que vivem isso todos os meses, mas DUVIDO que alguma mulher se manifeste dizendo que AMA menstruar, saindo de sua rotina que já é cheia de hormônios normalmente.

Para nosso azar, ainda gastamos rios de dinheiros em absorventes e remédios para aliviar as dores que vem por consequência. Somos escravas disso AINDA. Que horror. Eu bem tentei aderir aos copinhos mentruais, como alternativa politicamente correta a quantidade de lixo produzido, mas ainda não consegui compra-lo (nem minha amiga me trouxe da Europa). Onde está toda a tecnologia para nos proporcionar dias mais felizes e menos tensos, sujos... mais brancos? Socorro! A maré é vermelha MESMO.

Wednesday, 26 August 2009

onipresença high tech


Você encontra um amigo que há tempos não vê, tanta coisa para contar... Esse momento em que estão juntos DEVERIA ser ótimo... Deveria? Sim, se não fosse o maldito celular!

A situação é a seguinte: vocês caminham juntos, enquanto você fala conta como está sua vida. O papo está ótimo, fluindo super bem. De repente o seu telefone toca, você pede licença e atende. É seu chefe perguntando sobre a entrega de material a um fornecedor. Passam-se alguns minutos e ‘rapidamente’ a ligação termina. Vocês retomam o assunto até que...

Infelizmente aquela ligação desencadeou a necessidade de mais duas chamadas para resolver esse probleminha que surgiu. Além de um afastamento quatro minutos na primeira, agora na segunda e na terceira você se excede e fica dezoito e doze minutos “ausente”. Ligações feitas, você pede desculpas s e então voltam à conversa.

Reparem nas expressões que usei - afastamento, ausente e voltar (à conversa). É isso mesmo, porque você SAIU dali. Poderia até estar fisicamente, mas sua alma, seus pensamentos e atenção estavam voltados ao tema discutido via qualquer operadora, com alguém que está a quilômetros de distância e você (e não mais com o infeliz amigo que esteve todos esse tempo ao seu lado).

Foram 34 minutos no mundo das idéias em um encontro de duas horas. Em mais de um quarto do tempo você só estava ali, caminhando, presencialmente. Não questiono aqui a necessidade de se usar esse recurso tão útil, nem da importância de falar com alguém do trabalho. Ponho em cheque somente a qualidade de nossa companhia em tempos tão modernos.

É estranho afirmar isso, mas boa parte de nossas vidas hoje, dividimos entre o corpo físico e o mundo das idéias – onde nosso pensamento e nossa presença de espírito estão concentrados. E nem sempre conseguimos viver intensamente, em sua totalidade o ‘aqui e agora’. Gastamos horas ao telefone, na internet, ocupados com questões distantes, além.

Lembrei agora de um dos momentos mais cruéis nessa questão toda: quando o telefone toca na hora da transa. Putz, horrível. Eu confesso que já atendi. Hoje deixaria tocando até... (aperto o ‘foda-se’!). E o parceiro, coitado, tem o direito de odiar se você se disponibilizar para “estar” em outro lugar enquanto era para estar ali, exclusivamente. Sem contar que isso broxa - seja a transa, ou a curtição de se estar com alguém que vive ocupado , em 'outro' mundo.

A tecnologia avança enlouquecidamente. Nosso comportamento muda conforme o tempo passa, seguindo o rumo das ‘coisas’. Acho somente que enquanto há consciência, que pensemos se é isso que pretendemos para nosso futuro – ficar “viajando” por aí, estando em dois ou três lugares diferentes ao mesmo tempo e não estando por inteiro em nenhum (ninguém tem esse superpoder, e nem terá).

Essa onipresença hightech me assusta e condena essa falta de apego e respeito ao presente, ao próximo.

Wednesday, 22 July 2009

a nova realidade X aquela velha opinião formada sobre tudo


Falar ontem com minha mãe de manhã sobre o Facebook, à tarde conectar e ver que ela tinha se cadastrado, que seu perfil tinha foto e amigos em comum adicionados, que até já tinha feito sua primeira manifestação pública, e à noite falar com ela no chat do site foi demais para mim (!), confesso. Supus que ela teria certa dificuldade em se entender com a proposta do sistema, pois sempre o achei um tanto complexo nos recursos. Estava COMPLETAMENTE enganada.

Não posso negar: fico satisfeitíssima todos os dias quando falo com meu pai pelo msn, e fiquei positivimente chocada e orgulhosa ao conferir minha mãe bombando no 'Facefofoca'. Subestimei minha ‘véia’. “Que mané difícil, o quê?” – Vó Cleuza me arrasou! Fiquei boquiaberta. Eu, que sou um tanto tosca e lenta ainda nesse qusito, certamente serei ultrapassada em dois tempos por ela e outras senhoras e senhores distintos que, cada vez mais, aventuram-se e desbravam os ‘prazeres da carne’ da internet, dos celulares, e por aí vai...

Já não se fazem avós como antes! Incrível. As ‘velhas’ gerações, assim como as mais novas, surpreendem-nos pela capacidade de adaptação à modernidade e tanta tecnologia dos multimeios à disposição. Só espero que eles percebam logo (e saibam lidar com) a linha tênue entre público e privado que assombra essa nova realidade. É, tive que rever meus conceitos rapidamente sobre suposições acerca desses limites, intimidade com a web, essas coisas. Ponto para os 'velhinhos'!

Hora da metamorfose - de mudar aquela velha opinião formada sobre tudo... (ou quase tudo). Dei-me por conta que, aos poucos, com o avançar da idade, vamos nos aproximando de nossos pais, de seu comportamento - justamente aquele que antes até questionávamos! Tu vê... Vivendo e aprendendo sempre.

Tuesday, 21 July 2009

questão de espaço


Quarta-feira, 20 de julho de 1969, no horário de Brasília: 23h56min20seg. Ontem fez 40 anos que supostamente o primeiro homem pisou na Lua. A pegada mais importante da História foi do pé esquerdo da bota azul tamanho 41 de Neil Armstrong, astronauta norte-americano hoje considerado herói (aliás, há quatro décadas já). Sua frase ficou marcada para sempre na vida de centenas de milhões de telespectadores que o acompanhavam naquele momento único pela tela de seus aparelhos televisivos: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

Não participo de qualquer teoria conspiratória anti-americana sobre a chegada do homem lá, mas sempre fico atenta a interesses e manipulação dos fatos quando se tem muito poder envolvido, dinheiro e soberania num mundo até então dividido em dois. O que mais me convence sobre a real presença do homem na Lua naquela ocasião foi a aceitação russa a respeito. A Guerra Fria seguia sob o comando de duas mega potências que disputavam até as últimas instâncias a Corrida Espacial que marcava esse período político mundial. O silêncio da principal rival dos Estados Unidos me conforta. Houve até certa censura por lá no que se refere ao sucesso americano na missão lunar.

O motivo? Recalque, provavelmente. Durante certo período, a então União Soviética esteve em vantagem. Em 1957, enviou ao espaço o Sputnik (‘Companheirinho’ em russo) e depois, no mesmo ano, foi a vez da cadelinha Laika. O feito espacial mais importante até então tinha sido deles: a primeira viagem de um ser humano fora da órbita terrestre, em 12 de abril de 1961. A bordo da Vostok I, o cosmonauta Yuri Gagarin ao avistar a superfície de nosso planeta deixou sua impressão para a posteridade: “A Terra é azul". No auge de seus 27 anos, o russo completa seus dizeres com um “Mas não há Deus” – a conclusão óbvia não poderia ser diferente vinda um jovem comunista. Perfeito.

Depois de superados essas três vezes pela URSS na exploração do Espaço, os Estados Unidos finalmente deram início a um dos sonhos mais antigos do homem no dia 16 de julho de 1969, quando foi lançada do Cabo Canaveral a Apollo 11, nave espacial que conduziu três tripulantes à missão que transformou em realidade a chegada do homem à Lua. Neil Armstrong e Michael Collins, hoje com 78 anos, e Edward “Buzz” Aldrin, 79, aterrissam em nosso satélite, mas só Armstrong e Aldrin deixam o módulo de comando e caminharam sob o solo lunar.

Num gesto tipicamente imperialista, uma bandeira dos EUA foi fixada na lua junto a uma placa, assinada pelos três astronautas e pelo então presidente norte-americano, Richard Nixon, com os dizeres: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez o pé na Lua. Julho de 1969. Nós viemos em paz, em nome da humanidade". Foi um feito simbólico que serviu para estimular o orgulho patriótico ianque, mostrando ao mundo o respaldo deles, e entusiasmar a população mundial sob o slogan da superação de limites.

Muitos dos avanços tecnológicos que desfrutamos hoje foram criados naquela época, devido a pesquisas de aprimoramento das missões espaciais. Pode-se afirmar que o maior legado deixado à humanidade pela chegada do homem à Lua foi a globalização da informação. Essa conquista dos norte-americanos resultou mais em frentes como meteorologia, eletrônicos, plásticos, materiais sintéticos, telecomunicações - na comunicação mundial instantânea via satélite e no uso de computadores pessoais, e, claro, na astronomia também - em estudos sobre a composição geoquímica do Sistema Solar, por exemplo.

A promessa do ex presidente John Kennedy havia sido cumprida. Mais de um bilhão de pessoas puderam assistir ao vivo aquelas imagens, ainda em preto e branco, que sempre serão lembradas. Foi a primeira exibição televisiva em nível mundial, ao vivo para todo o planeta, diretamente do espaço. Um marco jornalístico, uma evolução em termos de transmissão e abrangência dos meios de comunicação. Hoje os veículos se reinventaram e novas mídias surgiram na inércia de toda essa movimentação e mobilização espacial. A internet nasceu em meio à Guerra Fria, inclusive, com o nome de ArphaNet.

O ideal hoje é usar e abusar deste recurso para não ficar alienado e alheio ao que está acontecendo por aí, compreender as entrelinhas de atos e medidas tomados na sua Família, Escola, Bairro, Cidade, Estado, País, Continente... no mundo inteiro! - e até fora dele. A internet é um canal mais livre para o conhecimento, mais democrático, mas a televisão segue com sua supremacia na influência das massas, com sua formalidade ao informar. É o veículo dominante ainda, mas até quando? Com essa convergência das mídias, não se sabe.

Estar no mundo da lua, talvez nem seja mais tão ‘fora da casa’ assim com essas coligações todas, essa interatividade e globalização. Tem que se ligar!
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A propósito:

A voz que anunciou a chegada do homem à Lua calou-se no 40º aniversário do feito histórico. A morte do jornalista e entusiasta do programa espacial dos EUA, Walter Cronkite, coincidiu com as comemorações de quatro décadas da missão. “Oh boy!” exclamou ele quando a Apolo 11 aterrissou. Aquelas imagens memoráveis, acompanhadas pela narração entusiástica de Cronkite, tem sido repetidas inúmeras vezes nos últimos dias. “Neil Armstrong, americano de 38 anos, está na superfície da Lua”, anunciava ele diante à imagem do astronauta dando seus passos para a eternidade. “Wow!”.

Sua cobertura do acontecimento entrou para a história da televisão e deu à CBS vitória significativa de audiência. Isso consolidou ainda mais o prestígio e a influência do âncora junto aos americanos do norte e fez dele o homem em que eles mais confiavam. Por cerca de 30 anos, mais precisamente entre 1962 e 1981 – período de soberania mundial ianque, ele entrou todos os dias na casa dos cidadãos norte-americanos dando as notícias do horário nobre. Ele era porta-voz da certeza dos EUA em comandar o planeta (e o espaço, a Lua, agora Marte... o universo inteiro). “And that’s the way it is”, como dizia ao final de cada jornal.

Monday, 8 June 2009

pense globalmente, aja localmente


É impressionante como pequenos gestos cotidianos podem ajudar a mudar o mundo e melhora-lo. Ao assistir uma matéria na Globo News sobre ‘grid’, fiquei surpresa e bastante contente que existam iniciativas como esta, que acabou se tornando uma ação social.

A World Community Grid é um rede pública de computadores que contempla a realização de pesquisas científicas em benefício da humanidade através da tecnologia do grade (grid computing). Esta boa causa, adotada pela IBM, é disponibilizada a organizações públicas sem fins lucrativos, e atualmente está disponível para usuários comuns nos sistemas Windows, Linux, and Mac OS X.

Qualquer um que tenha um computador pode fazer a diferença! Basta ir em
www.worldcommunitygrid.org, baixar o software e passar a doar a capacidade de processamento de dados que não está sendo usada pelo seu PC para que sejam realizados cálculos e projeções científicas em massa. Com a utilização do tempo ocioso e improdutivo de diversos micros espalhados pelo mundo, o trabalho é dividido entre eles e agiliza os resultados dessas análises absurdamente, de anos para meses.

Considerando que cerca de um bilhão de PCs aproveitam menos de 5% de sua capacidade, MUITO pode ser reaproveitado para o bem científico. Só para se ter noção, um único dia no World Community Grid equivale a 81 anos de processamento em um só computador. Muitas pesquisas demorariam muito para serem concluídas (ou não seriam) devido ao custo elevado da infra-estrutura computacional necessária, na ausência dessa rede.

O trabalho de Comparação do Genoma (Genome Comparison), do Instituto Osvaldo Cruz, no Rio de Janeiro, foi o primeiro projeto brasieliro a ser beneficiado pelo World Community Grid. Devido a sua ativa participação, hoje o Brasil já se destaca no ranking mundial, ficando atrás somente de países mais avançados como Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Japão e Reino Unido.

Os projetos são criteriosamente escolhidos por renomadas instituições e universidades e seus resultados são publicados e divulgados à comunidade científica mundial. Podemos acompanhar pelo site da WCG o status de todas as pesquisas apoiadas. A cura e prevenção de muitas doenças, assim como combate à fome e a prevenção de catástrofes climáticas são apenas algumas das demandas atendidas por eles.

E aí, vamos ‘gridar’ por um mundo melhor?
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!