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Friday, 7 September 2012

drame

- 'Vaginal(e)' est relatif au vagin. Et avec le pénis, c'est comment qu'on le dit?

-  ...

-
Pén... ? Pén...? C'est quoi?

-  ...

- Pénible!
 
Les hommes sont sensibles.

(un peu d'humeur noir pour se détendre un brin... Enfin, c'est vendredi!)


*Je suis drôle, moi! Je pense que je suis déjà capable de faire des blagues en français... Je ris toute seule de ma réussite!
   

Thursday, 28 July 2011

time to say goodbye


It’s a difficult simple act, mainly when is destined to who we love. On the other hand, it is necessary... This special moment is awaited by everybody, although no one wants to do that indeed.

Which is the best way to behave (while demosntrating you'll miss them)? I hope my family don’t think I’m insensible only because I don’t feel myself comfortable at that moment.

I try to contain my tears not to show them my emotion, all my weakness in not to be able to shed tears with no problem. In fact, it is a matter of not to know how to say ‘I love you’ easily.

Lastly, a simple ‘goodbye’ came timidly. After turned on the heel, though, I burst into them… working its pump. (No, I’m not so cold as I seem…)

From now, it's better for me to prepare myself to do it more often - crying or not.


bye bye

It's time to get in touch with things we always used to dream about (or we only used to care about - actually, doesn't matter... both verses of Tecnicolor mean I did everything wrong when I "accapted" abaseing myself for him.

Finally, it's enough! Even still interested, I can say 'no' and go out, leaving him in his reality (which I confess I haven't understood yet - and I won't, though...). I reckon it is easier when you have another measure to compair and verify how stupid you have been being giving credit to someone who simply doesn't deserve it/you!  

If I (still) love him? Of course not...! First of all, I love myself. It's quite good to say that "cured".

Thus, finally, it's time to say goodbye. Or rather: au revoir!

Saturday, 30 April 2011

tears-welled eyes


Lately, I’m getting everything under my skin. I’m deeply sensitive. It’s happening exactly what Zeca Baleiro sings:

“Ando tão à flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar”


Not only watching soap operas… I’ve cried with both movies and news on TV! Recently I was in tears while Wall-E was playing - yes, an animation to fun children! Impressing.

Yesterday I was moved by seeing the prince asking the princess if she was happy with their wedding… So cute (soul-stirring - I would say).

Perhaps it is occurring with me in reason of many doubts, some needs… much sensibility with no target. Besides being woman - which helps a lot too, I confess.

By any means, sometimes I wonder my self if I really hit rock bottom this time or if it is a mere heavy phase that I‘m passing through. Maybe. I hope that it comes under another head.

Let’s wait to see what is reserved for the next chapters - with or without tears.

Thursday, 1 July 2010

tá na cara


Calma! Uma coisa é UMA coisa, outra coisa é OUTRA coisa. Detesto que se confundam comigo, que se deixem levar pelo que PODE parecer (por evidências soltas, ou pré-julgamentos, conceitos) – efeito Denorex.

Trabalhar com o tema sexo, ter cabeça e maturidade para falar a respeito, e com prioridade, ser uma pessoa bacana, liberta... isso tudo faz, por vezes, que as pessoas achem que é tudo oba oba.

NÃO é! Sou romântica, sensível, fiel, quero namorar, casar, ter filhos... acredito no amor! – essas coisas todas de mulherzinha. Sou uma. Posso ter toda sexperience necessária e desejada em uma moça, mas isso não me tira o direito, a possibilidade e a realidade em, ainda assim, ser uma dama.

Na sociedade ou na cama (não interessa onde!) quero respeito e compreensão. Normal. Não é porque lido bem com a maior parte das sacanagens dessa vida, que encaro sempre de maneira sadia sua prática, que as executo em meu cotidiano, ou estou disposta a... etc.

Mente ociosa é oficina do diabo. Recomendaria, então, que se ocupassem com mais informação e naturalidade para tratar os assuntos ligados à sexualidade, para que alhos e bugalhos não se misturem com perversão.

O que EU quero não é difícil de perceber. Simples: um benzinho como eu – livre. E no mais (e aí SIM), barba, cabelo e bigode!

Friday, 19 March 2010

na contra-mão


Por vezes acho que seria melhor aceitarmos o curso da vida a ficar brigando feito loucos, tentando mudar o inevitável. Quando cegos, determinados em nossa razão, chegamos até a ver problema onde eles nem sequer existem.

Intuição é um dom, mas quando somos guiados por forças externas, provavelmente iremos nos afastar de nossa essência. De repente podemos até gastar nossas energias com questões desnecessárias, em que um diálogo substituiria uma batalha.

Voltar a obstáculos já superados, corroer antigas mágoas, tirar a casca de feridas do passado não é sadio, não dá espaço para que a vida prossiga, flua normalmente, como tem que ser. Dificuldades sempre iremos encontrar pelo caminho, mas que não façamos delas gigantes.

Quando lembro da Holanda, penso nos Moinhos de Vento, de Don Quixote e toda sua gana contra eles, sua imaginação fértil e falta de visão. Seria tão mais fácil se conhecêssemos de fato nossos verdadeiros inimigos... a ficar dando murro em ponta de faca, numa falsa insensibilidade.

Sunday, 20 December 2009

monstra


Fim de ano e começamos a fazer uma avaliação de como foi 2009. E no departamento ‘saúde’, acredito que o que mais me incomodou esse ano, diferente dos outros – em que normalmente era a pele, foram os dentes.

Arranquei meus quatro sisos e, além disso, tive hipersensibilidade extrema, como nunca antes. Desde 2008 já estava sofrendo (MESMO) desse mal que me aflige principalmente nas sensações frias como tomar um sorvete, beber água gelada... essas coisas.

Péssimo até... tchan tchan tchan TCHAN! Achar para vender a nova escova da Sensodyne – e meus problemas acabaram. Adalgisa Coelho, minha excelente dentista, já havia me falado dessa novidade, mas até então não havia encontrado. Posso dizer que achei um tesouro!

Minha sensibilidade se deu ao fato de eu ser uma monstra, uma demolidora de escovas de dentes desde criança. Escovo (ou melhor, ESCOVAVA) MUITO forte os dentes, o que retraía a gengiva e fazia doer, pois a raiz ficava desprotegida, à mostra.

Mais de 20 anos agredindo a boca acarretou uma dor de dente hoje. Minha mãe sempre me alertou para o mal em fazer tão forte e acabar com as escovas antes do prazo normal de três meses para sua troca. A minha ficava toda “despentalhada” muito antes, sempre.

Vou fazer propaganda, porque está me fazendo um bem danado: a Sensodyne Esmalte Care tem o cabo flexível e por isso não reflete a força que coloco na base para a cabeça. PERFEITA para mim, que sou uma Mônica escovando os dentes.

Pensei na época em colocar uma plaquinha em frente ao espelho, para que TODA vez, antes de começar o processo, lembrasse de ter MUITA CALMA NESSA HORA e não exagerar na força – conselho de amiga/recomendação de minha dentista. Não preciso mais.

Hoje, ainda bem, já encontrei a minha solução na tecnologia dessa marca especial para quem tem esse probleminha. Não vou negar que sempre achei MUITA frescura esse lance de ‘dentes sensíveis’ que via nos comerciais, mas depois desse ano sei MUITO BEM o que é doer quando o gelado entra em contato com o dente... Ui!

Para que essa interjeição fique só na memória, no meu kit de higiene bucal ainda tem o creme (que eu sempre chamei de ‘pasta de dente’) e o anti-séptico sem álcool e com flúor especialmente desenvolvidos para pessoas com dentes e gengivas sensíveis. Estou bem equipada para esquecer dos dias ruins por que já passei.

Nunca vi monstra sensível, mas nesse caso, tudo bem... Pelo menos (e inacreditavelmente), o sorriso de uma está garantido! E como meus dentes sempre foram bonitos, mesmo sem ter usado aparelho, tá valendo mostrar mais o cartão de visita e acabar de vez com essa fama de má.

Friday, 7 August 2009

tits


Gosto dos meus peitos. Sempre gostei. Passei muito tempo sem usar sutiã, em outro momento usei obrigada e hoje aproveito para explorar esse novo acessório para seduzir e ousar, como poucas vezes fiz. Sou novata nessa arte, e estou adorando tantas possibilidades, lingeries maravilhosas, conjuntos 'pra que te quero'!

Já tive piercings nos mamilos. Passei um pouco mais de três anos sendo olhada não nos meus olhos, mas logo abaixo, onde apareciam não duas, mas quatro "bolinhas". Miravam-me eriçados, cochichando, analisando, perguntando-se “será que é?”. Sim, eram. Tirei porque me machucaram e havia perdido um pouco da sensibilidade natural da região, mas também porque amava, não a mim mesma.

Já pensei sim em colocar silicone, mas não agora. Quero colocar quando tiver filhos e os peitos caírem, naturalmente. Mas sem exageros: uma garrafinha de vidro de coca-cola em cada um já está ótimo, ou quase isso... menos até. É só para dar uma levantada, uma moral (na auto-estima). Nada demais, tudo de bom. Mas nem me imagino com, sinceramente não sei se serei mais feliz e satisfeita do com os meus naturais que tenho hoje, pequenos, mas ideais.

Hoje tudo voltou ao normal (lambidas e carícias provocam um bom efeito e) me amo tanto que me presenteei com mais peitos. Comprei alguns artigos nesse formato para mim. Já tenho alguns de bilau, mas não sei porque desta vez preferi outros mais femininos, mais macios. Não tenho fissura por peito de mulher, prefiro um "tapetinho" masculino, inclusive (ler a respeito em breve, num próximo post). Foi apenas oportunidade.

Nem me liguei nisso na hora, mas é uma pena não serem em formato de tacinha de champagne como os meus, como eram os de minha irmã, e estão eternizados os da Radical Chic – os mais bonitos de todos por aí, na minha opinião. Independente disso, estou cheia de tits agora! Eba.

Saturday, 18 July 2009

pedacinhos de prazer


Olhando assim, de relance (ou de longe), não se enxerga muita coisa além de um Jesus Cristo na figura ao lado do jovem artista paranaense Anderson Thives. Mas olhando com olhos apurados (ou mais de pertinho), logo se percebe de que é feita tal imagem: sim, do sexo das pessoas - no caso, de caralhos alheios em cenas de punheta, boquete, de fodas etc. Incrível.

Gravamos com ele na quinta-feira passada uma matéria para o Zona Quente. Vi um lado do artista que ainda não conhecia, fui apresentada a um universo artístico singular, ousado e despretensioso – o que é o melhor. Adoro quando isso acontece, quando sou surpreendida por coisas boas quando menos espero.

O trabalho dele em muito lembra o do Vik (Muniz, igualmente brasileiro), que trabalha de outra forma, com outros materiais, e que conhecemos através de fotos da realização de suas obras. Diferente disso, o Thives apresenta seus originais, in natura, em colagem mesmo, exatamente como foram concebidos. E assim são vendidos a quem puder desembolsar uma nota por eles, merecidamente.

Ta aí uma coisa que eu gostaria de fazer: investir em arte. Arte não tem preço palpável e por isso acho tão fascinante. Vida de marchant deve ser uma loucura, bastante sublime, de conhecimento implícito e de uma sensibilidade de valores e qualidade tênue. Falta-me agora noção e tempo ($) para tal dedicação, mas vontade e disposição para uma imersão nesse mundo não. Quem sabe um dia...

Depois de outras temáticas trabalhadas anteriormente em outras exposições - como santos, personalidades hollywoodianas, obras de outros ícones da arte, Thives mostra nessa atual Pornô Poética cinco painéis com rostos de pessoas que expressam muito além de suas feições e dos pedacinhos de papel que os compõem. O bom gosto e a originalidade transcendem a pornografia subliminar de sua obra.

A intenção de fazer refletir a respeito é maior. E faz todo o sentido e diferença uma vez que mexe com toda uma questão moral, não só ética. Assusta de maneira construtiva, engrandece o sexo por ser ele apenas coadjuvante e obra-prima no conjunto do belo. A contemplação se dá de maneira grandiosa, inteligente e exoticamente sensual. O processo também surpreende e interage com o público – que colaborou na doação de material erótico para a finalização desses quadros.

*A matéria gravada para o Zona Quente vai ao ar no Sexy Hot em setembro, ainda sem definição de data. Aliás, a partir do mês nove, o horário do programa irá mudar das 22h para às 20h. Fiquem atentos.

Monday, 1 June 2009

à flor da pele


Aviões caem, enchentes devastam municípios, o dólar está em baixa, a gripe continua, o trânsito em São Paulo está parado, sinais remotos de desbloqueios comerciais são dados, relatórios seguem alertando sobre o aquecimento global... E eu aqui, tocada pelas questões do mundo, ardente pelo queimar de meu interior.

Se ‘qualquer beijo de novela me faz chorar...’, lavo roupa, rego as plantas, encho baldes. Ao que tudo indica, tenho a lua em câncer (e dizem que isso explicaria MUITA coisa sobre as lágrimas que não se agüentam em mim e tendem a cair). SEMPRE fui chorona.

O que me deixa assim, tão sensível, de fato, intriga-me. Seria a saudade de momentos que não vão se repetir, a possibilidade de poder dar um passo sem destino certo, o tumulto na mente que compensa o coração vazio, a certeza que sozinha não sou tão forte, o desconhecido futuro que nos aguarda? Gostaria de saber, mas nem sei... meus sentimentos estão à flor da pele, num doce fel.

Sunday, 31 May 2009

como tem que ser


Como uma mulher deve se portar? Muitos diriam que temos que ser damas na sociedade e putas na cama. O que acham? Eu concordo. Não por qualquer moralismo ou formalidade, mas porque o ideal é que sejamos bem tratadas socialmente, principalmente por aqueles que conosco estão. E na cama, podemos ser quem quisermos.

Se no relacionamento do casal cabe uma puta, que ela seja a mais devassa. Para mim, entre quatro paredes vale TUDO, desde que seja consentido por todas as partes – sejam elas duas, três ou suruba. Eu acho que sempre deveria ser assim, mas... nem todo mundo pensa dessa forma. Muitos homens ainda são machistas e preferem que a esposa ou namorada (enfim, a ‘oficial’) não faça tudo no sexo.

São escolhas... Deles, quando optam por conceitos idiotas em ter para si pessoas que não os satisfazem sexualmente; e delas, que não se permitem descobrir intensamente o sexo e ficam com caras que pensem assim, bobeando em serem traídas. No fundo, todo homem gosta de uma puta na cama, e um dia, cedo ou tarde, irão atrás dessa satisfação, com certeza. É uma questão de tempo.
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Mas e ao sermos cortejadas, podemos mostrar logo de cara todo o fogo que temos, toda a vontade que nos consome? Eu diria que sim aos outros, mas tenho me comportado na contramão disso. Além de estar na ‘conchinha’ ainda (mais infos no post de mesmo nome, em abril), tem o fato de as pessoas confundirem meu trabalho, minha naturalidade para lidar com o tema sexo. Infelizmente alguns homens pensam que eu sou diferente de quem realmente sou. E isso tem me incomodado.

Como a maioria da mulheres, gosto de gentileza. Adoro ser bem tratada. Sou mais romântica, mais frágil e feminina do que aparento (e até acredito estarem um pouco mais evidente tais qualidades nos últimos tempos, pois estou numa fase mais ‘mulherzinha’, admito). Comigo, levar tudo na sacanagem, não dá certo. Eu não sou assim. Trabalho com isso, é verdade, mas uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. No íntimo, gosto de fazer amorzinho, por exemplo. A sacanagem vem depois, e não o contrário.

Mulheres são como flores, e é assim que devemos ser tratadas. Esperto daquele que souber nos regar regularmente com telefonemas, elogios e jantares, além de nos dar outras flores.
Agora, só seremos valorizadas se nos comportarmos direitinho - e isso não impede de sermos nós mesmas, de nos entregarmos. Só não podemos enfraquecer a classe deixando que os homens nos 'mal-tratarem' como tanto fazem por aí. Fiquemos espertas e deixemos a "puta" só para a cama.
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passatempo

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  • conheça novas culturas
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  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
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  • pratique o bem
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  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
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  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!