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Wednesday, 9 June 2010

pouco é muito!


O princípio é básico: consciência. Mas, nesse caso, a máxima (em que acredito) de que 'os homens não são o que dizem, e sim o que fazem', vale MUITO. Então, não basta saber, tem que tomar uma atitude a respeito. É por em prática a teoria MESMO.

Da minha parte, foi desde sempre: não jogando nada no chão, não desperdiçando comida, tentando economizar água e energia etc.. A cada dia tento algo novo, para o bem. Por último (e, hoje, bem sucedida!), veio a completa separação do lixo para reciclagem. Fico feliz em poder participar disso e que em meu prédio a executem de maneira tão séria e respeitosa.

Por que demorei tanto para conseguir implementá-la, como sempre quis? Por resistência. Não dependia de mim enquanto não morava sozinha... E não falo de gente sem instrução, mas pessoas que simplesmente não queriam adquirir um novo gesto em suas vidas, em seu cotidiano: determinar o lixo certo para cada item. É necessária uma reeducação de postura diante à nova realidade mundial. E é inevitável, por mais que demore...

Quando eu era pequena, todos falavam em plantar árvores como o topo do que se podia fazer. Hoje, não consigo ver mais somente nessa boa ação a salvação do planeta –  que está cada vez mais quente, injusto, cruel. Pequenas atitudes isoladas, como mudanças de comportamento para o que é (dito tão careta, mas inegavelmente do bem) ‘politicamente correto’, tem mais impacto hoje quando se pensa globalmente.

Não tenho a menor pretensão de querer convencer grandes empresários a ganharem menos investindo mais no verde (cor tão em moda no presente). Seria pedir demais a mentes capitalistas tão gananciosas. Mas, na verdade, em âmbito bem geral, não consigo entender como criaturas que sabem que prejudicam o meio-ambiente e a população conseguem dormir à noite sem o menor peso na consciência, ou dor no coração – algo assim, bem dramático mesmo.

Agora, tratando do que é mais palpável: infelizes são aqueles cidadãos que não pensam no assunto, que seguem jogando suas bitucas de cigarro pela rua, que misturam vidros, plásticos e alumínio com restos de comida, entre tantos outros “pecados capitais” da atualidade. Lamentavelmente, não reconhecem a grande chance que tem de fazer algo próspero por si e pelos outros. Esses, sim, desapontam-me profundamente.

Podem me taxar de ‘ecochata’ e o caramba. Não me importo! Acho que devo isso a meus filhos, netos – e a todas crianças do mundo. É o mínimo que cabe a mim, tendo esse blog, poder fazer este alerta, deixar esse recado (além de seguir com meus princípios conquistados com muito orgulho). Não é a solução plena, mas já encaro como parte da missão cumprida.

Nesta semana em que se comemora (?) o Meio Ambiente, e quando numa simples conversação com colegas de aula, vejo que pouco ainda se faz pela Terra e humanidade, a mula ruge a respeito.  E finalizo com uma listinha modesta de pequenos grandes ideais:

- separar o lixo (nem que seja somente em dois: seco e “orgânico”/rejeito);
- não jogar lixo no chão (se não achar uma lixeira na rua, guarde seus resíduos consigo até chegar em casa ou no trabalho para então dispensá-lo);
- usar transportes coletivos, bicicletas ou andar mais a pé;
- imprimir somente o necessário e reaproveitar os dois lados de cada folha de papel;
- economizar água potável no banho, ao escovar os dentes etc.;
- substituir produtos descartáveis por retornáveis (ao invés de usar diversos copos e sacos plásticos todos os dias, e jogá-los fora depois, ter um copo de vidro no escritório e uma sacola de tecido para as compras);
- evitar o desperdício de qualquer energia;
- optar por produtos biodegradáveis, alimentos orgânicos etc.;
- investir em novas tecnologias mais benéficas, baratas e acessíveis;
- não ignorar o fato de que pouco é muito (se cada um fizer a sua parte, um bom montante se forma em prol do bem).

Thursday, 22 April 2010

verdejante


Dia da Terra

Primeiramente quero frisar que, apesar de ser nosso planeta azul, tenho para mim que ‘terra’ mesmo (não o astro) é marrom, mas que, em seu melhor estado, fica verde – quando ainda não coberta pelo colorido da flora e fauna. Só para explicar o título e não parecer uma louca insana...

Embora urbana, não posso negar que me sinto bastante ligada à natureza. Claro que posso melhorar essa e enriquecer tal conexão, e reconheço tamanha importância, dada a cruel realidade, distância e indiferença de quem vive nas grandes cidades - do pé no chão (em ambos sentidos).

Hoje, em data, digamos, tão inspiradora, não poderia de deixar de parabenizar aqueles que através de seu trabalho, de alguma forma, reivindicam por um mundo melhor – referindo-me então ao planeta em que vivemos, nossa Terra. Tantas outras coisas poderiam ser ditas, feitas... que vale o incentivo à essa temática (mais do que nunca) vital.

Em qualquer âmbito, ainda bem que tem gente que se importa com o problemas referentes ao clima, natureza, ecologia. Nas artes, muitos músicos já fizeram dessa a sua inspiração, em diferentes épocas, intensidade, não importa. O que vale é a valiosa intenção, e o alerta que gera, a disseminação dessas idéias ‘verdes’. Aqui vão alguns bons exemplos:

Midnight Oil, para mim, exprime bem a causa. Já assisti show dos caras em Porto Alegre, nos anos 90 - bem antes de virar moda a tal preocupação com o clima e blábláblá, e esses australianos já eram mega engajados. Com um som surfstyle, eles também se preocupavam com a causa dos aborígenes, defendendo seus direitos. Um bom começo. Gostava muito.

Não teria como Sting não ser o segundo a citar. Em sua memorável passagem pelo Brasil em 1987, o dinossauro do rock passou a ser um defensor da causa dos índios da Amazônia. Recentemente, esteve por aqui e apoiou o movimento que questiona a construção da hidrelétrica Belo Monte, na região da Volta Grande do Xingu, no Pará. Uhu!

Thom Yorke, líder do Radiohead, canta a favor do meio ambiente e está à frente da organização sócio-ambiental, a Friends of the Earth. Junto aos demais integrantes da banda britânica, incentivam ações como o uso consciente dos recursos naturais. Isso sem falar na questão do acesso aos seus shows, sua preocupação com de transportes coletivos, evitando que as pessoas tenham que usar cada uma seu próprio carro. Bingo.

Em terras tupiniquins...

Bacana a atitude de João Gordo do grupo punk Ratos de Porão, em doar a música “Amazônia Nunca Mais” ao Greenpeace. A música foi feita em 89, mas a boa ação do (nem tão bonzinho...) moço aconteceu há três anos, quando ele estava envolvido com a conscientização dos jovens sobre as questões ambientais. Na verdade diz ele que desde o início dos anos 80 eles já se preocupavam com essas causas... Independente, foi ótima a iniciativa de compor a música e de disponibilizá-la à ONG.

São vários os artistas que vem aderindo à campanha e escrevendo/gravando canções que ajudem a divulgar esses problemas ambientais que sofremos, principalmente de uns tempos pra cá - e com toda a razão. São eles: Beto Guedes (“O Sal da Terra”),Vanessa da Matta (“Absurdo”), Forfun (“Panorama”), Chitãozinho e Xororó (“Planeta Azul”), Carlinhos Brown (“Earth Mother Water”), e encerro a listinha certamente incompleta com "Xote Ecológico", de Luíz Gonzaga. Aqui vai a letra:

Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
Se planta não nasce se nasce não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar
Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde que está ?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu

*Com o foco no quesito ecologia, penso que sua conterrânea, Marina Silva, seria nossa melhor opção para presidente nas próximas eleições. INFELIZMENTE, considerando a atual realidade de opção de voto dos brasileiros, sabemos que seria voto perdido escolhe-la...

Sunday, 18 April 2010

é fogo!


Até poucos dias, a única coisa que eu sabia sobre a Islândia é que Björk tinha nascido lá. Pois bem, o Eyjafjallajokull [por favor, não me peçam para pronunciar! Acho que o máximo que consigo é ‘Ahmadinejad’...] entrou em erupção, e NUNCA a atividade de um vulcão foi tão vista, comentada e acompanhada na história da humanidade!

Quando acontece em Lonbok, na Indonésia, na cadeia das ilhas Kuril, a noroeste da ilha Matua, no norte do Japão, ou em Tungurahua, no Equador, quase ninguém fica sabendo. A grande mídia não se mobiliza para mostrar quando isso ocorre em lugares “inóspitos”, a menos que... atinja e interfira de alguma forma na economia mundial – como agora.

O fato de muitos aeroportos na Europa terem sido obrigados a cessar suas atividades em função do perigo de acidentes aéreos, chamou a atenção do mundo pelo caos criado. Segundo autoridades do setor, esse imprevisto está custando cerca de US$ 200 milhões por dia às companhias aéreas. Um chute no estômago.

Fora isso, sair e chegar em qualquer lugar por lá ficou complicado. Milhões de pessoas estão tendo que se virar como se estivessem no passado, quando ainda não existiam aviões. Transporte só por terra ou mar mesmo. Uma loucura impensada – mas, de agora por diante, é bom que reflitamos a respeito (sobre recursos, valores e o futuro, tão imprevisível), em alternativas possíveis.

O planeta está dando seus sinais, e com tanta tecnologia e comunicação disponíveis, podemos ficar mais antenados nas mudanças do clima, nas catástrofes naturais, nas intenções e preocupações dos governantes, grande mídia e iniciativa privada a respeito. E fiquemos atentos também no comportamento da sociedade quanto a isso. Ninguém mais é tão desavisado assim quando se tem a internet.

*opa, então... puxão de orelha em mim, que desconhecia detalhes desse país insular tão interessante por sua geologia, prosperidade econômica e liberdade sexual. Aiiiiii!

Tuesday, 8 December 2009

já é


Teve inicio ontem o COP15, a cúpula sobre o clima em Copenhagen. O encontro que visa dar uma solução, ou alternativas – melhor dizendo, ao problema do aquecimento global acontece até dia 18.

Sobre isso serei sucinta agora, para só ao término da conferência, depois de definidas resoluções, versar mais a respeito. E nesse caso, meu ponto de vista infelizmente é pessimista.

Se até a publicidade já se vale dessa cruel realidade para vender roupas (repito: VENDER roupas), não sei como é que ainda existem políticos e governantes que ignoram a causa - e mais: um terço da população estadounidense desacredita nas mudanças climáticas em detrimento da ação do homem. É triste essa postura desumana adotada por alguns.

Tudo bem que ser um ‘ecochato’ já é cool atualmente, mas ter um mínimo de consciência e responsabilidade com o futuro não faz mal a ninguém. E tal racionalidade ainda favorece o planeta, perpetua a espécie e as riquezas adquiridas por uma minoria em cima do sofrimento, pobreza e fome da massa.

Mas nem isso eles vem... Socorro! Salve-se quem puder. Uma nova era se aproxima e de nada valerá tanta ganância cultivada hoje. Debaixo d’água ou em desertos, quero saber onde as pessoas vão poder gastar seu dinheiro. 'Simples assim', mas é a maior complicação do mundo (contemporâneo) isso...

A hora da mudança é AGORA. Para todos.

Tuesday, 21 July 2009

questão de espaço


Quarta-feira, 20 de julho de 1969, no horário de Brasília: 23h56min20seg. Ontem fez 40 anos que supostamente o primeiro homem pisou na Lua. A pegada mais importante da História foi do pé esquerdo da bota azul tamanho 41 de Neil Armstrong, astronauta norte-americano hoje considerado herói (aliás, há quatro décadas já). Sua frase ficou marcada para sempre na vida de centenas de milhões de telespectadores que o acompanhavam naquele momento único pela tela de seus aparelhos televisivos: "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

Não participo de qualquer teoria conspiratória anti-americana sobre a chegada do homem lá, mas sempre fico atenta a interesses e manipulação dos fatos quando se tem muito poder envolvido, dinheiro e soberania num mundo até então dividido em dois. O que mais me convence sobre a real presença do homem na Lua naquela ocasião foi a aceitação russa a respeito. A Guerra Fria seguia sob o comando de duas mega potências que disputavam até as últimas instâncias a Corrida Espacial que marcava esse período político mundial. O silêncio da principal rival dos Estados Unidos me conforta. Houve até certa censura por lá no que se refere ao sucesso americano na missão lunar.

O motivo? Recalque, provavelmente. Durante certo período, a então União Soviética esteve em vantagem. Em 1957, enviou ao espaço o Sputnik (‘Companheirinho’ em russo) e depois, no mesmo ano, foi a vez da cadelinha Laika. O feito espacial mais importante até então tinha sido deles: a primeira viagem de um ser humano fora da órbita terrestre, em 12 de abril de 1961. A bordo da Vostok I, o cosmonauta Yuri Gagarin ao avistar a superfície de nosso planeta deixou sua impressão para a posteridade: “A Terra é azul". No auge de seus 27 anos, o russo completa seus dizeres com um “Mas não há Deus” – a conclusão óbvia não poderia ser diferente vinda um jovem comunista. Perfeito.

Depois de superados essas três vezes pela URSS na exploração do Espaço, os Estados Unidos finalmente deram início a um dos sonhos mais antigos do homem no dia 16 de julho de 1969, quando foi lançada do Cabo Canaveral a Apollo 11, nave espacial que conduziu três tripulantes à missão que transformou em realidade a chegada do homem à Lua. Neil Armstrong e Michael Collins, hoje com 78 anos, e Edward “Buzz” Aldrin, 79, aterrissam em nosso satélite, mas só Armstrong e Aldrin deixam o módulo de comando e caminharam sob o solo lunar.

Num gesto tipicamente imperialista, uma bandeira dos EUA foi fixada na lua junto a uma placa, assinada pelos três astronautas e pelo então presidente norte-americano, Richard Nixon, com os dizeres: "Aqui homens do planeta Terra colocaram pela primeira vez o pé na Lua. Julho de 1969. Nós viemos em paz, em nome da humanidade". Foi um feito simbólico que serviu para estimular o orgulho patriótico ianque, mostrando ao mundo o respaldo deles, e entusiasmar a população mundial sob o slogan da superação de limites.

Muitos dos avanços tecnológicos que desfrutamos hoje foram criados naquela época, devido a pesquisas de aprimoramento das missões espaciais. Pode-se afirmar que o maior legado deixado à humanidade pela chegada do homem à Lua foi a globalização da informação. Essa conquista dos norte-americanos resultou mais em frentes como meteorologia, eletrônicos, plásticos, materiais sintéticos, telecomunicações - na comunicação mundial instantânea via satélite e no uso de computadores pessoais, e, claro, na astronomia também - em estudos sobre a composição geoquímica do Sistema Solar, por exemplo.

A promessa do ex presidente John Kennedy havia sido cumprida. Mais de um bilhão de pessoas puderam assistir ao vivo aquelas imagens, ainda em preto e branco, que sempre serão lembradas. Foi a primeira exibição televisiva em nível mundial, ao vivo para todo o planeta, diretamente do espaço. Um marco jornalístico, uma evolução em termos de transmissão e abrangência dos meios de comunicação. Hoje os veículos se reinventaram e novas mídias surgiram na inércia de toda essa movimentação e mobilização espacial. A internet nasceu em meio à Guerra Fria, inclusive, com o nome de ArphaNet.

O ideal hoje é usar e abusar deste recurso para não ficar alienado e alheio ao que está acontecendo por aí, compreender as entrelinhas de atos e medidas tomados na sua Família, Escola, Bairro, Cidade, Estado, País, Continente... no mundo inteiro! - e até fora dele. A internet é um canal mais livre para o conhecimento, mais democrático, mas a televisão segue com sua supremacia na influência das massas, com sua formalidade ao informar. É o veículo dominante ainda, mas até quando? Com essa convergência das mídias, não se sabe.

Estar no mundo da lua, talvez nem seja mais tão ‘fora da casa’ assim com essas coligações todas, essa interatividade e globalização. Tem que se ligar!
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A propósito:

A voz que anunciou a chegada do homem à Lua calou-se no 40º aniversário do feito histórico. A morte do jornalista e entusiasta do programa espacial dos EUA, Walter Cronkite, coincidiu com as comemorações de quatro décadas da missão. “Oh boy!” exclamou ele quando a Apolo 11 aterrissou. Aquelas imagens memoráveis, acompanhadas pela narração entusiástica de Cronkite, tem sido repetidas inúmeras vezes nos últimos dias. “Neil Armstrong, americano de 38 anos, está na superfície da Lua”, anunciava ele diante à imagem do astronauta dando seus passos para a eternidade. “Wow!”.

Sua cobertura do acontecimento entrou para a história da televisão e deu à CBS vitória significativa de audiência. Isso consolidou ainda mais o prestígio e a influência do âncora junto aos americanos do norte e fez dele o homem em que eles mais confiavam. Por cerca de 30 anos, mais precisamente entre 1962 e 1981 – período de soberania mundial ianque, ele entrou todos os dias na casa dos cidadãos norte-americanos dando as notícias do horário nobre. Ele era porta-voz da certeza dos EUA em comandar o planeta (e o espaço, a Lua, agora Marte... o universo inteiro). “And that’s the way it is”, como dizia ao final de cada jornal.
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passatempo

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  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
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  • beba mais água
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  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
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  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
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  • pense positivamente
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  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
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  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
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  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!