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Wednesday, 8 December 2010

as mentiras que os homens contam


A maioria, obviamente, desculpas sexuais.

Alguns clássicos que valem por quase todas:

“Não é o que você está pensando” - no flagra
“Isso nunca aconteceu comigo” - quando broxam
“Eu te amo” - para levar qualquer mulher pra cama
“Só nas coxinhas” (sem comentários!)

É, eles tentam... *E, às vezes, até dá para fazer de conta que "acreditamos".

Thursday, 14 January 2010

like smurfs


Seria o ’viagra’ da mulher o lubrificante?

Uma fêmea, para ficar ‘no ponto’, tem que ser estimulada – melhor se for com os cinco sentidos juntos, ao mesmo tempo... (que loucura!) Não adianta, funcionamos de OUTRO jeito. Homens são mais visuais, ficam excitados só de olhar. Nós não. Somos diferentes.

Nessa discórdia de sensações é que acontecem as cutucadas matinais que TANTO irritam muitas mulheres. O homem acorda com todo o tesão do seu xixi, pronto para o combate, e a parceira não. O que fazer? Fácil: prepara-la para a batalha.

E isso todos nós sabemos bem como fazer - basta somente um pouco de boa vontade e disposição. Mas para quem GOSTA do esporte, tenho certeza que não é problema algum... E o retorno é garantido!

Pensando MUITO bem, acho que, na verdade mesmo, o viagra feminino é SIM o lubrificante. Afinal, o azulzinho deixa o cara duro, desperta fisicamente, mas na cabeça, o que mexe é a mulher, seu desejo.

Conosco, o gelzinho vai deixar tudo ok artificialmente para a penetração, mas se o tesão não estiver na cabeça, se não estivermos sentindo vontade, prazer à flor da pele, sensibilidade ao pé do ouvido, broxamos - como qualquer ser humano.

Nada contra os artifícios para um sexo melhor. Sou super a favor, inclusive, de seu uso quando necessário, quando se é afim. Agora, quando as coisas acontecem naturalmente, vamos combinar que é TUDO de bom.

Wednesday, 26 August 2009

onipresença high tech


Você encontra um amigo que há tempos não vê, tanta coisa para contar... Esse momento em que estão juntos DEVERIA ser ótimo... Deveria? Sim, se não fosse o maldito celular!

A situação é a seguinte: vocês caminham juntos, enquanto você fala conta como está sua vida. O papo está ótimo, fluindo super bem. De repente o seu telefone toca, você pede licença e atende. É seu chefe perguntando sobre a entrega de material a um fornecedor. Passam-se alguns minutos e ‘rapidamente’ a ligação termina. Vocês retomam o assunto até que...

Infelizmente aquela ligação desencadeou a necessidade de mais duas chamadas para resolver esse probleminha que surgiu. Além de um afastamento quatro minutos na primeira, agora na segunda e na terceira você se excede e fica dezoito e doze minutos “ausente”. Ligações feitas, você pede desculpas s e então voltam à conversa.

Reparem nas expressões que usei - afastamento, ausente e voltar (à conversa). É isso mesmo, porque você SAIU dali. Poderia até estar fisicamente, mas sua alma, seus pensamentos e atenção estavam voltados ao tema discutido via qualquer operadora, com alguém que está a quilômetros de distância e você (e não mais com o infeliz amigo que esteve todos esse tempo ao seu lado).

Foram 34 minutos no mundo das idéias em um encontro de duas horas. Em mais de um quarto do tempo você só estava ali, caminhando, presencialmente. Não questiono aqui a necessidade de se usar esse recurso tão útil, nem da importância de falar com alguém do trabalho. Ponho em cheque somente a qualidade de nossa companhia em tempos tão modernos.

É estranho afirmar isso, mas boa parte de nossas vidas hoje, dividimos entre o corpo físico e o mundo das idéias – onde nosso pensamento e nossa presença de espírito estão concentrados. E nem sempre conseguimos viver intensamente, em sua totalidade o ‘aqui e agora’. Gastamos horas ao telefone, na internet, ocupados com questões distantes, além.

Lembrei agora de um dos momentos mais cruéis nessa questão toda: quando o telefone toca na hora da transa. Putz, horrível. Eu confesso que já atendi. Hoje deixaria tocando até... (aperto o ‘foda-se’!). E o parceiro, coitado, tem o direito de odiar se você se disponibilizar para “estar” em outro lugar enquanto era para estar ali, exclusivamente. Sem contar que isso broxa - seja a transa, ou a curtição de se estar com alguém que vive ocupado , em 'outro' mundo.

A tecnologia avança enlouquecidamente. Nosso comportamento muda conforme o tempo passa, seguindo o rumo das ‘coisas’. Acho somente que enquanto há consciência, que pensemos se é isso que pretendemos para nosso futuro – ficar “viajando” por aí, estando em dois ou três lugares diferentes ao mesmo tempo e não estando por inteiro em nenhum (ninguém tem esse superpoder, e nem terá).

Essa onipresença hightech me assusta e condena essa falta de apego e respeito ao presente, ao próximo.

Sunday, 5 July 2009

a dança do passarinho


Que situação!

Falhar na hora H é terrível para qualquer homem, não tem como negar, mas e a mulher? Alguém se importa conosco numa hora dessas, com todas as atenções estão voltadas para o homem? Já pensaram o quão péssimo esse momento também é para o sexo feminino?

Pode ser por nervosismo, indisposição, estresse, cansaço, trago, pó... não importa! QUALQUER uma fica tensa (e um tanto decepcionada). Tanta coisa passa por nossa cabeça... Mil dúvidas e questionamentos vêm à tona - se é pessoal, se é culpa nossa, como o cara está se sentindo etc., mas o que pesa mesmo nesse instante é a reação que temos diante do fato (não consumado).

Impossível fingir que não está acontecendo nada, ignorar o problema. Algumas infelizes riem desastrosamente e assim só conseguem piorar as coisas. Não as culpo. É apenas uma resposta involuntária e impessoal (cavalheiros, fiquem despreocupados quanto a isso). Outras, calam-se. Não sabendo o que falar muitas vezes é melhor não dizer nada mesmo. Não ajuda, mas também não atrapalha tanto.

Conversar deveria ser a melhor solução, mas, mesmo com toda a boa vontade e intenção do mundo, falar a respeito pode ser a pior das idéias. Homens detestam admitir que broxaram. Virar para o lado pode demonstrar certa incompreensão ou impaciência talvez. Dar um tempo ao parceiro e aproveitar a pausa para tirar o foco do impasse é a melhor pedida. Depois, mãos à obra!

Mulheres de atitude sabem contornar o impasse e tomam para si as rédeas da situação, criam um clima e retomam as atividades (mas não se iludam! - nesse contexto, não é nada fácil). Saber como e quando sugerir um retorno ao prazer, retomar as carícias, voltar aos 'trabalhos' com tudo para, enfim, o gol, é missão bem-sucedida para poucas.

Não é qualquer uma que acerta a mão, a boca, o peito, o toque, o jeito, que sabe conduzir... O olhar é fundamental. Envolve, provoca. Utilizar-se, inclusive, do lado voyeur do parceiro pode ser um bom reinício, principalmente se for enriquecido com uma performance ousada como um striptease, lapdance, poledance (para quem dispor de um mastro).

Carinhos básicos são fundamentais. Preliminares não podem faltar! - aliás, boa vontade. A mulher fica ali, superengajada, toda se querendo (mesmo desejando com todas as suas forças que nada daquilo tivesse acontecido), reinventando o possível e o impossível para ressuscitar o parceiro. Tem que rebolar (literalmente)!

Haja fôlego e ritmo nessa dança do passarinho... (!) Acho que me livrei de uma – ainda bem, pois NINGUÉM MERECE. Palmas para todas nós, por favor! Merecemos.
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!