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Friday, 16 November 2012

that's true!



Imagination is something. Who is not able to imagine the characters, the main or  secondary ones, from the books? 

Even with some suggested illustrations, eveyone has his own way to bild all personages in his mind. Furthermore, the environement, clothes, objects, furniture and other accessories. Nothing is let aside by our creativity. Even about the future of each story, (fairy)tale or novels don't end, sometimes, as author propose...

Often, we go forward. Writing better, is just one of the advantages of reading.

In a time of babysitter television, short ciphered sentences online or in texts traffic sent by youngs, parents should think about and take it as a tomorrow investment. Beyond doubt: very prosperous. Not only for kids, though...

Knowledge is priceless! It makes all difference. 

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I simply loved this add from Toronto Public Library!

Monday, 15 October 2012

a gift

It is fairly certain this!

I would like to be one... a model.

On the top of thank all them who transform me (at different levels) in the person I am, not a ordinary one. I became a better me because of them, their lessons I followed.

In the same way, I would like to show people another window of life. Apart from helping them to identify the landscape they see, of course.

Happy Teacher's Day for all!

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my contribution
 
I haven't had kid or adopted one yet, or even planted a tree. Nevertheless, nowadays, in my current situation, in my limited universe (but, at the same time wide due to the knowledge), I can help children by reading.

Thus, I finish this post with a Mário Quintana (my favorite poet) quote, which resumes the issue:

“Books don’t change the world. People change the world. Books only change people.”  
  
The secret for a better world, and future.

Friday, 21 September 2012

the knowledge house


That's what a library is! (even the small ones...)

They are full of wisdom. Most part of answers are there... So many explanations!

Further: magic stories, (fairy)tales, dreams... maps, recipes, tips, meanings, alternatives. Several universes in a single (unique) place!


Its books are its windows for the world, while through each one we can see it in a different way. A lot of possibilities, entire prosperity.

Well, I feel myself comfortable there, secure. I really appreciate only look at this silent and ample paradise (although he tells me a-plenty!).

My safe port. Enriqueta's too (actually, for anyone!).

Wednesday, 30 March 2011

narrow-minded time


Big Brother on TV - Where being stupid is a good stroke done.

It says that next year will be the last time we are going to see a group of people confined (together) into a house, being watched full time. Finally! Enough clowning…

Our BB(B), this year, have just presented a different end compared by the prior others: surprisingly, who won the tv show was a pretty bitch with a good heart and few active neurons - something unlikely before… when only smarter or poor individuals used to become rich.

In fact, Maria took the award as a consequence of being a good person and not because of her nice face or her curved body. Her both sincerely and innocent way, (besides funny) to deal with the emotionally strong situations in the game gave her R$ 1 million and a half - not bad!

The main audience is feminine (who votes online, calls or sends messages by mobile). For the first time, they frankly enjoy a girl-player. Maria is the proof that Globo was looking for something new, unpredicted. After all, a gay and others (more than) three handsome calm guys have stepped out there as champions, or at least as vice. Thus, this time was the women turn.

When George Orwell wrote 1984, in 1948, I guess he never could imagine that his words would be a kind of prophecy, chiefly: "Ignorance is Strength". Nevertheless, it came true while Big Brother is the powerful attraction on TV - mainly in Brazil. Here, the numbers - of votes etc are the highest.

Our population simply loves to participate. It is up to them decide who is the main ephemeral celebrity at the moment in the country. It is like a national passion. Easy to happen once most of us are not prepared to shelter ourselves of this abundance of frivolousness, thoughtlessness and futility.

Maybe they like to see themselves there as on a mirror, bringing about this results. Thinking better, perhaps Orwell had hit home as a result of his conclusion that indeed (this type of) Freedom is Slavery - of our knowledge, instruction, wisdom, erudition or cultural background. In this case, limited not only by being between four walls but due to the low intellectual capacity of the participants and also of the audience.

Saturday, 16 October 2010

saber de cor


Me senti uma mostra ao perceber que não tinha, ontem, justamente em seu dia, escrito sobre professores. Eles, que foram sempre muito importantes em minha vida - nos quais me inspirei, aqueles que admiro, que obviamente me ensinaram parte significativa da bagagem intelectual que carrego comigo e passo adiante. Opa!

Hoje, na verdade, SEMPRE tive esse ‘que’ em mim. Nunca trabalhei tal vocação, mas pode ser que tenha chegado a hora. É o que sinto, o que almejo. Gostaria tanto de compartilhar isso com eles... Eleara Manfredi e Marques Leonam, esses dois nomes mais fortes nessa história do saber, de ensinar e aprender,de mudar minha vida.

Transcendeu a sala de aula o papel de educador nesses casos. Virou modelo, transformou-se em amizade o relacionamento. Penso ser esse o ideal a nascer desse contato, desse elo em que a ponte é o conteúdo do saber. É o que fica, o que ninguém nunca poderá nos tirar, aquilo que nos faz melhor, que diferencia os homens.

O desafio é esse fazer o melhor, de forma humana. O que vale não é somente o que está no mundo das idéias e do que é utópico, racional apenas. Conhecimento é bem maior quando vem do coração.

Thursday, 8 April 2010

foi ontem


Ontem foi o dia do jornalista e... (? - boa pergunta!)

Na boa, foi-se o tempo em que a profissão era prestigiada, que dizer possuir a graduação tinha seu valor, em que executar tal ofício trazia certo glamour até,.. MUITO penso nisso quando lembro de A Vida Como Ela É, de Nelson Rodrigues.

Hoje, como qualquer um pode ser considerado um colega, tudo mudou de figura. Perdeu-se o respeito. E não foi só culpa da Lei, aprovada ano passado, tirando a obrigatoriedade do diploma para exercício da função, mas o mercado em si.

Em poucas redações, assessorias, produtoras, emissoras inclusive, ganha-se o valor que declaram na carteira de trabalho – isso quando a assinam(!), horas extras, trabalha-se somente as cinco horas previstas, e se tem, corretamente, outros tantos benefícios e responsabilidades aferidas.

Quem não perde o tesão? Quem não se vende por pouco hoje em dia, ainda sim sabendo que tem gente que quase faz de graça, sem mérito algum? Quem já não se esbarrou com promessas de grana zero para compor currículo? E por aí vai... mil questionamentos produtivos.

O que me motivou a seguir tal profissão: a possibilidade de mudar o mundo. Agora, infelizmente, vejo não nesse título, nem nas atividades executadas em geral, mas na capacidade pessoal de cada um, seu conhecimento, experiência - o canal para tanto.

Aliás, sinto que estou enxergando diferente a oportunidade de informar e, assim, de fazer as coisas acontecerem, como tem que ser. Vou mais fundo até, pois parece uma busca, um desejo pelo retrocesso (positivo), aonde tudo começou.

Engraçado, pois começo a perceber que, provavelmente, meu lugar não seja mais atrás das câmeras, por exemplo, onde estive por tanto tempo. Quem sabe não à frente, e de pessoas(!), e também de um monitor, transmitindo meu saber aos interessados?

Vejo-me, mais do que nunca, espelhada, inspirada num dos papéis mais lindos que podemos ter nesse mundo, nessa vida. De repente, cheguei no meu topo momentâneo e a hora é de mudar, mais uma vez... e se preparar, claro. Sempre estamos em tempo.

Não que não me caiba mais, mas talvez EU não caiba mais nisso tudo. Que bom.

Thursday, 16 July 2009

é phoda!


Estou há tempos para escrever sobre a nova reforma ortográfica em vigor no Brasil desde o início deste ano. Confesso que não fui e nem sou a favor disso, pois acredito que mudando a escrita de nossa língua (estranho falar de ‘escrita’ quando uso o termo ‘língua’, que se fala. Vou substituí-lo por idioma então... fica melhor!). Retomando: Acredito que mudando a escrita de nosso idioma o enfraquecemos. Línguas fortes como o francês não são modificadas quase nunca. São clássicas, inclusive, por essa irredutibilidade que as caracteriza.

Não consigo pensar em escrever ‘estréia’ sem o acento agudo do ditongo que a caracteriza como uma palavra paroxítona. E tem mais, os acentos diferenciais são os piores exemplos, na minha opinião, justamente porque mostravam do que se tratava o que estava ali escrito – se era plural ou singular, se era substantivo ou preposição+pronome. Agora tenho dificuldades para identificar. E o trema então... não adianta, não me acostumo a ver a palavra escrita sem os dois pontinhos. Sem eles, leio de outro jeito, é inevitável. Parece que está errado, que falta algo. E falta, na verdade. Tiraram o sentido das coisas.

Lembro-me que costumava criticar os mais velhos, quando esses escreviam ‘pharmácia’, por exemplo, usando o velho 'ph', também banido de nosso português. Hoje passei a entende-los perfeitamente e me vejo como eles quando escrevo, pois não consegui ainda me adaptar às mudanças impostas. Escrevo usando tudo o que aprendi na escola. E olha que sempre fui nota dez em ditado... ironicamente, hoje, nem isso se usa mais! – agora a moda é S-O-L-E-T-R-A-R. Eram tantas as regras, tudo bonitinho, para facilitar nossa vida (e não o contrário!) e diferenciar uma coisa de outra. Quem estudou, nunca teve problemas, garanto.

Estão assassinando não só a nossa língua/idioma, como também nossa cultura e o conhecimento em termos gerais, o (tal do) saber, em prol de uma facilidade, de uma preguiça dos mais desinteressados, dos que não gostam das letras, ou infelizmente não tiveram possibilidade de ter uma maior intimidade com elas, de conhece-las realmente. O objetivo é unir, igualar, mas é uma pena que para isso seja preciso descaracterizar, empobrecer. Espero que em função da linguagem da internet não inventem mais mudanças. Aí seria o fim MESMO. Imagina...

Lamentos à parte (e a essa leva de cortes, uno a imbecil decisão da não-obrigatoriedade do diploma de jornalismo - É cada uma que inventam...), agora, não só eu, mas todos nós teremos que aderir ao novo modelo (no caso da reforma, até 2012), viver essa ditadura da burrice, essa realidade mesmo sem querer, sem aprovar e gostar da "ideia". Socorro! Vou ter que me adaptar - desaprendendo e retrocedendo em termos acadêmicos. Não acredito, parece um pesadelo! Fazer o quê? Foi decidido (mas por quem mesmo?? Ahhh...). É phoda...
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passatempo

  • abrace seus amigos
  • acredite em si mesmo
  • ande mais com os pés descalços
  • antene-se
  • aplique o que você prega
  • assuma seus erros
  • beba mais água
  • beije na boca com vontade
  • conheça novas culturas
  • cuide-se com carinho
  • dance sem vergonha
  • diga mais 'sim' do que 'não'
  • durma bem
  • dê atenção às pessoas
  • entregue-se ao que ama
  • escreva cartas à mão
  • estude outras línguas
  • exerça a tolerância
  • exercite-se
  • fale e ouça mais 'obrigado'
  • faça muito amor
  • goze mais e melhor
  • leia mais livros
  • movimente-se
  • não limite seus sonhos
  • ouça musicas que te façam dançar
  • ouse
  • pense positivamente
  • permita-se
  • peça bis quando é bom
  • pratique o bem
  • prove diferentes sabores
  • renove-se
  • respeite a natureza e os mais velhos
  • reveja velhos conceitos
  • se beber, não ligue!
  • seja fiel, sincero e verdadeiro
  • siga a sua intuição
  • sinta o novo
  • sorria sempre que possível
  • subverta vez que outra
  • tenha calma
  • tire alguém para dançar
  • trabalhe com dedicação
  • use camisinha
  • vá mais ao cinema
  • viaje sempre
  • viva menos virtualmente

c'est fini!