
por dentro (silenciosa)... uma semente.
Eu não suporto ver você sofrer
Não gosto de fazer ninguém querer riscar o seu passado
E o que passou, passou
E o que marcou, ficou
Se diferente eu fosse será que eu teria sido amada?
Por você, por você
A esses versos de Nando Reis, somam-se as intenções de Pablo Neruda sobre as cerejeiras - mas em qualquer estação, e com outra 'fulô'.
O amor as vezes é tão intenso, que mesmo Neruda não saberia tirar de seus versos o que certos corções sentem. Quando "o que passou, passou" é relido, deixa uma pedra em cima de um sentimento genuíno que pode voltar e com muita força. Na verdade é o que sinto agora, vontade de reviver um amor que não o tenho mais, e não vou perder as esperanças, pois mesmo não deixando de viver, é o que me alimenta. Beijo Vavá, saudades querida.
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