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Wednesday, 24 March 2010

bar doce lar


Confesso que detestava até parar e, de fato, assistir. House foi "A" descoberta! Talvez tenha gostado por um motivo especial, pela proximidade com a realidade, por matar minhas saudades da loucura e paranóia alheia, das associações rápidas e certeiras, daquele olhar fulminante tentando dessecar a alma.

Os mais experientes sempre dizem que quando alguém implica conosco é porque gosta da gente (senão ignoraria, ou se afastaria – e não o contrário: ficar alfinetando, provocando, chamando a atenção, mostrando-se presente...). É então que entendo o Dr. Gregory e toda sua contradição.

Envolve por sua excentricidade. Manipula o que pode, quer SEMPRE estar no comando. É intenso e verdadeiro. E, quando uma brecha de sentimento é aberta, o coração transparece. Impressionantes as semelhanças. Parece que conheci personificada a inspiração de David Shore para o protagonista da aclamada série de TV norte-americana que dirige.

*Em tempo: será que tem Universal em dutch?

1 manifesto(s):

  1. eu to viciado, em dois meses estou na quinta temporada, isso porque tenho trabalho e faculdade para me atrapalhar... adoro muito esse troço. alimentado pelo consumismo comprei um tênis igual ao dele, bengala não iria pegar bem. rs

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