
NUNCA conheci um Irion que não fosse familiar meu. O sobrenome não é difícil, mas incomum. Gosto disso, torna-nos singulares. No meu caso, em especial, mais ainda porque a junção ao Conti formou um nome único (que muitos até pensam ser um só de tanto que combina). Impossível ter outro igual por aí, pois um irmão inteiro a essa altura da vida, nem com milagre!
Amo esta particularidade toda, e, na verdade, não sei como seria se diferente, porque sempre foi assim... Não havia antes pensado a respeito, mas sem sombra de dúvida 'Vanessa Azevedo Santana' não me satisfaria tanto. E, se tivesse um 'Terezinha' (antes do segundo nome), então... confesso que seria a morte! [risos] Aliás, OBRIGADA, mãe, por dar fim à tradicional saga religiosa de nossas antecessoras. *Tenho certeza que a Ale também agradece imensamente tão significativo favor.
Amo esta particularidade toda, e, na verdade, não sei como seria se diferente, porque sempre foi assim... Não havia antes pensado a respeito, mas sem sombra de dúvida 'Vanessa Azevedo Santana' não me satisfaria tanto. E, se tivesse um 'Terezinha' (antes do segundo nome), então... confesso que seria a morte! [risos] Aliás, OBRIGADA, mãe, por dar fim à tradicional saga religiosa de nossas antecessoras. *Tenho certeza que a Ale também agradece imensamente tão significativo favor.
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Aconteceu no sábado à noite, em Porto Alegre, um encontro da Família Irion (acho que o primeiro - de muitos, espero). Não fui convidada formalmente por uma questão de farpas herdadas que mal compreendo. Devido à distância, infelizmente, não pude estar lá, mas gostaria MESMO de ter comparecido. Queria conhecer meus parentes, por mais distantes que sejam, e desfazer qualquer possível mal-entendido.
Não vou negar que o fato de haver outros como eu a quem nunca fui apresentada me fascina e anima bastante. Uma possibilidade como essa diria ser IMPERDÍVEL, embora (ironicamente) não tenha ído. Um de meus irmãos foi, e estou curiosíssima para saber mais do evento, quem esteve presente, quantos somos, se haverá outra oportunidade de nos encontrarmos... muita curiosidade e boa vontade minhas permeiam o tema.
Não vejo o passado como impecilho para o futuro. Com os anos, é comum que haja uma segregação natural em certos núcleos, por afinidade. Se, se nossos avós e pais tiveram problemas entre si, por acontecimentos que ficaram lá atrás (e que, hoje, talvez não façam mais tanto sentido), vem aí uma nova geração para mudar o quadro atual, e de repente para unir de novo a família. Por que não?
Enxergo de maneira otimista reencontros como esse. É a chance de se construir daqui para frente uma história diferente da que vinha sendo traçada até então. O tempo (senhor do destino, da vida), fechou um ciclo. Neste exato momento, somos outras pessoas... jovens e velhos. Já estou beirando os trinta e, daqui a pouco, com todo o frescor que nossa juventude permite, vamos assumir nós – meus primos, irmãos e eu, esse papel de (tentar) unir os entes.
Dizem que família não se escolhe... concordo(!), mas desfeitos os laços anteriormente, depende de nós agora reatá-los. Opto por poder, enfim, regar e fazer crescer minha árvore genealógica que tem raízes fortes, mas que até então era pequena por falta de folhas, de chance... sei lá - não importa mais, é página virada. Adorei a iniciativa. Me chamem para os próximos!
Aconteceu no sábado à noite, em Porto Alegre, um encontro da Família Irion (acho que o primeiro - de muitos, espero). Não fui convidada formalmente por uma questão de farpas herdadas que mal compreendo. Devido à distância, infelizmente, não pude estar lá, mas gostaria MESMO de ter comparecido. Queria conhecer meus parentes, por mais distantes que sejam, e desfazer qualquer possível mal-entendido.
Não vou negar que o fato de haver outros como eu a quem nunca fui apresentada me fascina e anima bastante. Uma possibilidade como essa diria ser IMPERDÍVEL, embora (ironicamente) não tenha ído. Um de meus irmãos foi, e estou curiosíssima para saber mais do evento, quem esteve presente, quantos somos, se haverá outra oportunidade de nos encontrarmos... muita curiosidade e boa vontade minhas permeiam o tema.
Não vejo o passado como impecilho para o futuro. Com os anos, é comum que haja uma segregação natural em certos núcleos, por afinidade. Se, se nossos avós e pais tiveram problemas entre si, por acontecimentos que ficaram lá atrás (e que, hoje, talvez não façam mais tanto sentido), vem aí uma nova geração para mudar o quadro atual, e de repente para unir de novo a família. Por que não?
Enxergo de maneira otimista reencontros como esse. É a chance de se construir daqui para frente uma história diferente da que vinha sendo traçada até então. O tempo (senhor do destino, da vida), fechou um ciclo. Neste exato momento, somos outras pessoas... jovens e velhos. Já estou beirando os trinta e, daqui a pouco, com todo o frescor que nossa juventude permite, vamos assumir nós – meus primos, irmãos e eu, esse papel de (tentar) unir os entes.
Dizem que família não se escolhe... concordo(!), mas desfeitos os laços anteriormente, depende de nós agora reatá-los. Opto por poder, enfim, regar e fazer crescer minha árvore genealógica que tem raízes fortes, mas que até então era pequena por falta de folhas, de chance... sei lá - não importa mais, é página virada. Adorei a iniciativa. Me chamem para os próximos!
Agradeço com Louvor que a saga tenha acabado na mãe...hehehehe.Seria, realmente, a morteeee...Alessandra Terezinha Conti...coragiiiii!!!
ReplyDeleteTa aí uma coisa que beira todas as famílias: as "farpas" e o pior de tudo é que elas na maioria dos casos seguem como a "teoria dos chimpanzés" ... a geração futura continua com o "muro" separando os meios conciliadores às vezes sem sequer saber o porquê e como tudo começou.
ReplyDeleteNa minha família tb tem isso, e como na vida posso dizer que carrego sempre "amores e amigos" ... mas tenho lá minhas razões, pois mesmo não se escolhendo os familiares, temos o mesmo direito de posicionar, mas não acabar com um vínculo importantíssimo nesse mundo cada vez mais de "estranhos sem laços".