Se na favela do Vidigal o melhor bar era o Bar-raco, qual seria o nome próprio para um em Ouro Preto? Bar-roco – genial! Melhor não poderia ser. Adoro! Senti-me em casa...
O vilarejo é um charme, mais parece cenografia de tão bonitinho com seus telhados, paralelepípedos, arquitetura antiga bem conservada, seu verde à volta, o sobe e desce das ladeiras íngremes e escorregadias. Porém, em meio àquilo tudo, a impressão que eu tive é a de que perdi MUITO tempo. Tanto para conhecê-lo, como também porque eu poderia ter curtido o lugar nos áureos anos de minha juventude, em antigos carnavais, ou por que não (?) ter vivido ali.
Ok, não sou uma velha (longe disso!), mas também não mais a universitária livre, leve e solta que era há exatos dez anos. Hoje, embora consiga enxergar todo o contexto jovem da cidade, não me vejo mais compartilhando desse clima com toda a vitalidade e disposição próprias de tempos atrás.
Vejo agora a possibilidade de uma viagem a dois, apreciando toda arte local, curtindo muito as ruelas e seus restaurantes e bares (nem tão pé sujos), mas num astral mais casal, com maior aconchego ao frio clássico da região. A parte histórica da cidade exploraria em ambos os momentos, mas reconheço que o presente é mais calmo, mais intimista e sóbrio.
Passar por aquelas repúblicas lotadas de ideais, de liberdade e noção de futuro pela frente me soou nostálgico. Fez-me recordar de um período em que eu poderia ter ousado mais e ter partido rumo a uma vida estudantil completa, cujas responsabilidades afloram à medida do aperto financeiro, das escolhas. É um aprendizado incrível, inigualável.
Não me arrependo da vida que levei, pois fui muito feliz e ainda sou. Gostaria somente de estimular filhos meus a desgarrarem e aproveitarem essa fase tão mágica e especial, repleta de energia. E, na correria desta passagem relâmpago por lá, fiquei devendo somente uma cerveja clássica, adivinhem onde!
O vilarejo é um charme, mais parece cenografia de tão bonitinho com seus telhados, paralelepípedos, arquitetura antiga bem conservada, seu verde à volta, o sobe e desce das ladeiras íngremes e escorregadias. Porém, em meio àquilo tudo, a impressão que eu tive é a de que perdi MUITO tempo. Tanto para conhecê-lo, como também porque eu poderia ter curtido o lugar nos áureos anos de minha juventude, em antigos carnavais, ou por que não (?) ter vivido ali.
Ok, não sou uma velha (longe disso!), mas também não mais a universitária livre, leve e solta que era há exatos dez anos. Hoje, embora consiga enxergar todo o contexto jovem da cidade, não me vejo mais compartilhando desse clima com toda a vitalidade e disposição próprias de tempos atrás.
Vejo agora a possibilidade de uma viagem a dois, apreciando toda arte local, curtindo muito as ruelas e seus restaurantes e bares (nem tão pé sujos), mas num astral mais casal, com maior aconchego ao frio clássico da região. A parte histórica da cidade exploraria em ambos os momentos, mas reconheço que o presente é mais calmo, mais intimista e sóbrio.
Passar por aquelas repúblicas lotadas de ideais, de liberdade e noção de futuro pela frente me soou nostálgico. Fez-me recordar de um período em que eu poderia ter ousado mais e ter partido rumo a uma vida estudantil completa, cujas responsabilidades afloram à medida do aperto financeiro, das escolhas. É um aprendizado incrível, inigualável.
Não me arrependo da vida que levei, pois fui muito feliz e ainda sou. Gostaria somente de estimular filhos meus a desgarrarem e aproveitarem essa fase tão mágica e especial, repleta de energia. E, na correria desta passagem relâmpago por lá, fiquei devendo somente uma cerveja clássica, adivinhem onde!

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