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Sunday, 3 January 2010

no vácuo


Numa separação (não matrimonial, mas física), por mais que ambos os lados sintam pela distância, é sempre mais doloroso para quem fica. Não é fácil lidar com tamanha emoção.

As lembranças permanecem em locais, objetos, músicas, gestos... QUALQUER coisa lembra a pessoa, e aperta o coração de quem as memórias ‘assombram’. Arde como uma facada.

Dá uma sensação de vazio, de vácuo. Sentir-se sozinho, depois de tantos momentos bons ao lado de quem se gosta, é péssimo. Parace que arrancaram uma parte da gente, que falta algo - e na verdade, FALTA mesmo.

Pode acontecer em diferentes relacionamentos: familiares, de amizade e amor. Independente, acredito que a saudade é uma das dores mais profundas que alguém pode sentir. Já intensifiquei até o aproveitamento de algumas situações por saber que ela iria me visitar depois.

Mas já me arrependi também por não ter abraçado mais, beijado mais, ter dito o quanto amava... Isso por nem pensar que, de repente, aquilo iria demorar para acontecer de novo, ou nunca mais. Depois, já passou. Não adianta chorar.

Por mim, a partir de hoje, jamais deixarei de ser querida, amável, de mostrar todo o sentimento por simples desleixo, ou por ‘medo de ser feliz’. Tão bom quando somos verdadeiros e deixamos aflorar o que de melhor existe dentro de nós!

Quero que esse vazio todo seja sempre preenchido com mais e mais amor – na inércia do vácuo da reciprocidade. Por favor.

3 manifesto(s):

  1. Nossa amei esse seu texto, me indentifiquei de mais, beijos .

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  2. Identifiquei-me por demais lendo o teu texto...mas sabes o quanto te AMOOOOOOOOOOOOOOO!!!
    Bjkas saudosas...Vó Cleuza.

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  3. falei da dor da ausência que senti logo que vocês foram embora... foi quando caiu a ficha que estaria sozinha de novo.

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